O baque de uma lesão é fulminante!

O tratamento requer sacrifícios, quem já passou por um, jamais esquece, e o pior que as contusões estão cada dia piores no nosso futebol … Difícil é de não acusar o golpe!

Um levantamento de dados oferecidos pelos clubes que participaram do campeonato brasileiro, contabilizou 299 lesões nos 380 jogos da série A em 2016; a cada rodada 8 atletas se machucam.

Parece muito né?

Mas em campeonatos como o Campeonato Inglês (Premier League) é até maiores  – 15 lesões aqui no Brasil contra 35 das equipes de fora.

No momento que as lesões ocorrem, já indicam um caminho para ser trabalhado e prevenido. Há uma grande concentração de jogadores que se machucam nos 15 minutos iniciais do jogo (10%) e também no meio do segundo tempo (23%); ou seja, caprichar no aquecimento e na prevenção valem muito a pena.

Das 299 lesões contabilizadas, a maioria veio da musculatura da coxa (43%), logo depois a cabeça, empatadas com tornozelos e joelhos (9%).

Através de todas essas informações vem uma pergunta: e para nós que jogamos futebol de como um hobby, que nos traz entretenimento durante a nossa semana exaustiva de trabalho e obrigações do dia a dia, o que fazer?

Simples! Se cuidando, se prevenindo.

A ciência vem cada vez mais forte, detectando o que é e o que não é importante para não se prejudicar jogando futebol. O que nos mostram é que cada vez que nos preparamos para jogarmos futebol os benefícios correspondem a melhora da nossa saúde, tanto fisiológica, muscular, mental e social sem precisar um treinamento longo e árduo, mas sim consistente. Se a gente obedecer a essas regras, nós iremos fazer um esporte seguro e com um futuro ainda mais seguro para quem prática, para vencer o drama das contusões é preciso conhecê-lo, decifrá-lo, afinal lugar de quem joga futebol é no campo!